Fotografo: Agência Santarém/Divulgação
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Resende & Batista

Após ser acusado pelo Sindicado das Empresas de Transporte (Setrans), de Santarém, oeste do Pará, de oferecer 50% do contrato para os empresários que hoje operam no sistema de transporte coletivo, o sócio proprietário da Resende & Batista Ltda, João Batista, se defendeu dizendo que a oferta que ele fez foi de composição no quadro societário da empresa.

Segundo João Batista, os empresários pagariam R$ 3 milhões para se tornarem sócios da Resende & Batista, e assim, continuariam operando no sistema de transporte coletivo de Santarém.

"Procurei os empresários na intenção de dar uma oportunidade para que eles compusessem com a gente e pudessem continuar no setor. Todos saíram ganhando, principalmente a população, porque a nossa maior preocupação é com o usuário", disse João Batista.

O empresário disse ainda que ao fazer proposta aos empresários, levou em consideração as queixas do empresariado e dos trabalhadores do setor de transporte coletivo em relação ao desemprego em massa.

"Viemos até eles na maior humildade, pensando em somar com eles, em garantir os empregos dos trabalhadores, em atender bem o nosso usuário. Fizemos isso antes da licitação e novamente agora. Mas, mais uma vez eles não quiseram se unir coma gente", ressaltou.

Sobre a execução do contrato, João Batista não disse se cumprirá no prazo de 30 dias que esgota dia 18 agosto. Informou que ontem protocolou na SMT a defesa da empresa e que pediu mais prazo para entrar em operação.

João Batista também não quis responder se os 110 ônibus exigidos em contrato já foram adquiridos.